terça-feira, 30 de julho de 2013

[Resenha] Com Livros e... Uma Aflição Imperial

Livro - A Culpa é das EstrelasTítulo: A Culpa é das Estrelas
Editora: Intrinseca
Sinopse: Os adolescentes Hazel e Gus gostariam de ter uma vida normal. Alguns diriam que não nasceram com estrela, que o mundo deles é injusto. Os dois são novinhos, mas se o câncer do qual padecem ensinou alguma coisa, é que não há tempo para lamentações, pois, se aceitamos ou não, só existe o hoje e o agora. E assim, com a intenção de realizar o maior desejo de Hazel - conhecer seu escritor favorito - ambos cruzarão o Atlântico para uma aventura contra o tempo, tão catártico quanto devastador. Destino: Amsterdam, o lugar onde reside o enigmático e mal-humorado escritor - a única pessoa que talvez possa ajudar-lhes a encaixar as peças do enorme quebra-cabeça onde se encontram.

"Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa, existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros..."
A Culpa é das Estrelas, como falar desse livro sem pieguices ou sem sentimentalismos, acontece que muitas pessoas, em busca de uma opinião razoável do livro esquecem-se de que a verdadeira essência da opinião é o que você sentiu durante o livro, mesmo que ele fosse horrível.
Confesso que me magoa ver pessoas falando mal do livro por causa da fama, ou por ser superestimado. Na verdade é dado a ele seu devido valor, sem tirar nem por, pelo menos da minha parte.
Ele é ótimo, talvez ofenda grosseiramente aqueles que tem câncer ou aqueles que não são bem amados de certa forma, mas nada disso cabe como quesito para um julgamento coerente, nada do que você sente contra o livro é de fato culpa do livro.
Então se você odeia o livro por ele ser mal escrito, você tem motivos, embora eu possa e vá discordar de você, agora se você o odeia por pensar que isso não acontece na vida real, você esta completamente fora do contexto do livro, e certamente não leu a "Nota do Autor" tão pouco os "Agradecimentos".
O que realmente importa é o que esta escrito lá, e se realmente é valido julgá-lo de forma que negative uma possível qualificação do livro.

Na obra, Green descreve como personagem principal e narrador, Hazel, uma garota (tiremos a parte do diagnóstico) que era um tanto fúnebre, sempre empurrando a morte na goela das pessoas, para que elas aceitem que a morte, tanto a dela quanto a da pessoa.
Ela aceitava o fato da vida terminar sem mais nem menos, talvez até se sentia acolhida com a ideia, mas quando Augustus Waters aparece, ela começa a ser afetada pelo seu egocentrismo. Augustus Waters é um garoto que sofreu de osteossarcoma e perdeu uma perna em função disso.
Óbvio, eles acabam se conhecem, e apesar do Gus ser o tipo de cara bonito, e Hazel um tipo desleixado de garota, é Gus quem se abre primeiro.
O livro segue, e Uma Aflição Imperial acaba se tornando o motivo de muitas coisas. Uma delas é a eminente insatisfação de Hazel com o fato do livro não.
Ela escreve cartas e mais cartas para o autor do livro, 'Sr.' Peter Van Houten. Todas sem respostas.

Bom, sem querer me prolongar neste resumo, decidi não resumir algumas coisas. O fato é que o livro não é essencial, ESPLÊNDIDO, MARAVILHOSO, OBRA DIVINA. É entretenimento, bom e divertido, romântico, mas não é tudo aquilo dizem por aí.
Apesar de tudo o livro tem muito valor sentimental para mim, pelo menos a minha edição.

P.S.: Desculpem-me por ser breve e não entrar em detalhes, obrigado

1 comentários:

Lais Felix disse...

Não é tudo que dizem por ai? Sei que a opinião é sua e respeito isso, mas o livro é sim ESPLÊNDIDO E MARAVILHOSO! Pelo menos na minha humilde opinião...

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